Medidas de promoção da sustentabilidade energética

Sendo a energia um bem essencial ao funcionamento de todas as áreas de atividade da Universidade de Aveiro, a instituição está comprometida com esta responsabilidade, tendo já assumido um conjunto de medidas de sustentabilidade relacionadas com o seu desempenho energético:

  • Iluminação exterior 

Substituição da iluminação exterior dos campi de Santiago e Crasto por lâmpadas LED (Light-emitting diode), com funcionamento controlado por células crepusculares. Esta alteração permitiu uma redução significativa da potência de cada luminária (cerca de 40%) com incremento de níveis de iluminação. 

  • Iluminação interior 

Substituição de luminárias em fim de vida e com rendimento reduzido, por outras mais eficientes;

Substituição gradual por Luminárias/lâmpadas LED;

Redução significativa da potência de cada luminária (em média 50%) garantindo níveis superiores de iluminação e redução dos consumos energéticos. A UA promoveu até ao início de 2018 uma redução de potência de iluminação instalada na ordem dos 90.000W;
 
Aplicação de gestores de energia, para deslastramento da iluminação e/ou regulação de momentos de funcionamento em função da utilização dos espaços comuns dos edifícios;

Controlo de circuitos de iluminação em espaços de circulação comuns e casas de banho utilizando sensores de dupla tecnologia: sensor de movimento e célula crepuscular, permitindo o controlo e temporização da utilização em função da utilização dos espaços, com impactos muito positivos ao nível de consumos e da manutenção;
 
Observação das normas de eficiência energética, adotando valores significativamente inferiores a 10W/m2 para iluminação, tendo em conta a área bruta dos edifícios;


  • Melhoria das condições técnicas de transporte e distribuição de Energia nos Campi, recorrendo à instalação de filtros paralelos em todos os PT, com consequente aumento de eficiência da instalação, traduzida na melhoria da qualidade da energia e diminuição de custos com energia reativa;


  • Melhoria da eficiência dos sistemas de AVAC com a implementação de medidas de controlo e mitigação de consumos, nomeadamente:

Implementação de sistemas de gestão centralizada em alguns Sistemas AVAC (horário pré-definido, dotando-os com mecanismos de gestão inteligente, automação, monitorização e operação remota), permitindo a maximização de ganhos nos consumos e minimização de custos de operação e manutenção;


  • Sistema de Telecontagem que permite a contabilização automatizada de diversos parâmetros, fundamentais para uma gestão eficiente dos consumos energéticos. Este sistema é essencial quer para a consciencialização dos consumos de cada UO ou infraestrutura, quer para apoio à deteção de fugas/perdas nas redes de distribuição;

  • Produção de energia proveniente de fontes renováveis (microprodução de energia), recorrendo a painéis fotovoltaicos, reduzindo, assim, a dependência do consumo das energias convencionais e, no caso da instalação em coberturas, favorecer o isolamento térmico, reduzindo os consumos energéticos;

  • Painéis solares térmicos: produção de energia para aquecimento de águas quentes sanitárias, evitando o recurso a outras alternativas menos amigas do ambiente, como o gás natural.



                              


Figura 1: Evidência dos painéis fotovoltaicos instalados nos departamentos de Mecânica e Civil e indicação dos edifícios abastecidos já, em parte, por energia proveniente de uma fonte renovável.



Benefícios

Aumento da eficiência energética;
Aumento da durabilidade dos equipamentos;
Aumento da qualidade geral do ambiente e conforto térmico dos edifícios;
Diminuição de consumos energéticos



Sabia que a UA…

Em 2017, conseguiu reduzir a Energia per capita em 28%

Apresenta em 2018, consumos energéticos inferiores ao ano de 2008, considerando o crescimento ocorrido desde então, quer na atividade, quer no incremento de edifícios naquele período

Em 2017, conseguiu reduzir 252221 kWh (equivale a cerca de 2%), nos consumos energéticos, por via da produção proveniente dos Painéis fotovoltaicos instalados

Possui 1 edifício, edifício dos docentes, na ESTGA, cujo consumo energético é “servido” em 25% da energia proveniente dos painéis fotovoltaicos


última atualização a 21-03-2018
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