40 anos do departamento de biologia
 

Vídeos

um minuto com ciência
Para aceder ao arquivo de todos os depoimentos clique aqui.

 

biodiversidade nos hipermercados (série)

Para quem perdeu ou está a perder, por algum motivo, nesta página, poderá encontrar links para cada um dos episódios da série "Biodiversidade no Hipermercado". São aproximadamente 8 minutos do que têm dito ser um bom produto televisivo.

(Re)veja também aqui o vídeo utilizado para publicitação da série.


do ar à água (série)

Do Ar à Água pretende dar a conhecer a Biodiversidade que temos, por vezes bem perto de nós, assim como alguns aspetos da sua ecologia e biologia. Engloba quatro documentários e pretende sensibilizar para a beleza paisagística e diversidade biológica das zonas húmidas do nosso País. Focalizado sobretudo na Ria de Aveiro este foi um projeto financiado pelo Ciência Viva através do programa MEDIA CIÊNCIA, apoiado pelo COMPETE.

4 documentários científicos sobre aspetos da biodiversidade da Ria de Aveiro, produzido e realizado pelo Departamento de Biologia e pelos Serviços de Tecnologias de Informação e Comunicação da Universidade de Aveiro, com a colaboração do IDAD. O projeto Do Ar à Água é financiado pelo Ciência Viva através do programa MEDIA CIÊNCIA, apoiado pelo COMPETE - Programa Operacional Fatores de Competitividade na área da Promoção da Cultura Científica e Tecnológica.

Viajantes do Ar

Ao longo do ano, é possível observar na Ria de Aveiro cerca de 180 espécies de aves. Algumas permanecem durante todo o ano, outras no período de Inverno ou de Verão e outras param apenas para descansar das longas migrações, que podem ser de milhares de quilómetros. Que características possuem as aves atuais que lhes permitem voar Ião eficientemente? Como obtêm a energia necessária para tal? Que espécies de aves podemos ter o prazer de observar na Ria de Aveiro?

Nascer na Ria

A Andorinha-do-mar-anã, o Pernalonga e a Garça-vermelha são aves protegidas que se reproduzem no Ria de Aveiro. Vamos saber quando chegam, como e onde são construídos os ninhos, como são os filhotes, que perigos correm e outros aspetos comportamentais bem curiosos...

A Cegonha-branca

A Cegonha-branca é uma ave admirada e protegida pela maioria da população Portuguesa e Europeia. Embora seja possível observá-la na Península Ibérica durante todo o ano, é mais abundante a partir de Novembro, altura em que chega paro construir o ninho, formar casais e reproduzir-se. Os ninhos são construídos em locais elevados e as jovens cegonhas passam aí alguns meses antes de estarem aptas a voar e a procurarem o seu próprio alimento. Vamos espreitá-las e descobrir um pouco mais sobre o seu dia-a-dia…

A Ria por Dentro

A Ria de Aveiro é um ecossistemo estuarino que apresenta uma elevada biodiversidade de invertebrados. Na generalidade pouco conhecidos, os invertebrados são a base do alimento para muitas das aves e peixes da Ria e englobam espécies de elevado valor económico. Paro os conhecermos melhor, temos de olhar dentro do sedimento ou mergulhar nas águas turvas da Ria…

Nesta página encontra os links para (re)ver cada um dos episódios da série, exibida diariamente na RTP2, entre 09 e 12/06/2014:


laboratórios de natureza (documentário)

Os bastidores de cinco projetos sobre o mundo natural, onde trabalham investigadores da Universidade de Aveiro, são o coração do documentário “Laboratórios de Natureza”.

As filmagens do documentário, com 45 minutos de duração, demoraram 16 meses, sendo da autoria de Joaquim Pedro Ferreira e de Paulo Caetano, uma dupla de autores que tem publicado vários livros: “Cães de Gado” (2010), “Alerta!! Pelos Burros” (2012), “Filhos do Auroque” (2013) e “Os Senhores da Floresta – Ungulados Silvestres em Portugal” (2014). Neste documentário contam as histórias dos investigadores do Departamento de Biologia da Universidade de Aveiro, na qual Joaquim Pedro Ferreira é biólogo.

O documentário, produzido pela Terra Líquida Filmes, com narração de Eduardo Rego, divide-se em cinco capítulos: “Espécies marinhas em perigo”, “Nanopartículas – os perigos invisíveis”, “A ameaça das bactérias multirresistentes”, “O Baixo Vouga Lagunar – Reserva de Biodiversidade” e “A vida nos mares profundos”.

O documentário acompanhou o trabalho da equipa que resgata os animais que dão à costa portuguesa e que tenta perceber quais as maiores ameaças a estas espécies marinhas. A equipa de filmagens esteve junto a dois golfinhos, a uma tartaruga e a vários gansos patolas em recuperação e a uma foca-cinzenta que, depois de recuperada, foi libertada no oceano.

Enquanto isso, no Baixo Vouga Lagunar, as filmagens decorreram nos campos Bocage, um tipo de habitat muito raro caracterizado por sebes de vegetação que rodeiam os campos agrícolas e que servem de habitat para inúmeras espécies. Aí, várias equipas de biólogos identificam que animais ali vivem, desde rãs e ratinhos a morcegos, raposas, ginetas e lontras, podendo assim, com o conhecimento adquirido, ajudar a compatibilizar os usos agrícolas com a biodiversidade.

Outro dos projetos selecionados para o documentário é o estudo dos fundos marinhos a grandes profundidades para saber como vivem as espécies nos mares profundos, onde não chega a luz do Sol. Para simular um ambiente muito específico, as carcaças de baleia no fundo do mar, os investigadores colocaram cinco carcaças de vacas a 1.000 metros de profundidade, no canhão de Setúbal. Mais de um ano depois regressaram ao local, graças ao ROV (veículo de operação remota da Estrutura de Missão para a Extensão da Plataforma Continental), e recolheram amostras que foram depois analisadas.

O documentário mostra ainda a investigação sobre os perigos das nanopartículas, presentes em alguns dos objetos do quotidiano – como protetores solares e camisolas desportivas – e invisíveis a olho nu. Os investigadores concluíram que estas nanopartículas vão-se acumulando no ambiente e têm efeitos nefastos na saúde humana e na natureza, especialmente nos rios, ribeiros e campos de cultivo.

Uma outra ameaça são as bactérias que se estão a tornar multirresistentes aos antibióticos, mesmo aos de último recurso. Segundo os investigadores, nos últimos anos têm-se usado, descontroladamente, antibióticos na aquacultura, agricultura e na engorda de animais de consumo. O perigo é que as novas estirpes de bactérias resistentes já escaparam dos ambientes hospitalares e multiplicam-se por todo o lado. Os investigadores estudaram o que está a acontecer nos rios da bacia hidrográfica do rio Vouga.

A realização do documentário foi da responsabilidade de Ricardo Espírito Santo e Joaquim Pedro Ferreira, com revisão científica de Amadeu Soares.

Veja aqui o documentário, na íntegra, já exibido na SIC, em 30/08/2015, no espaço “BBC Vida Selvagem”.



LAGOONS - A Ria de Aveiro ao Microscópio (documentário)

Começa de manhã cedo a recolha de amostras para a equipa de investigadores que percorre a Ria de Aveiro. São cerca de 75 quilómetros quadrados de um ecossistema único e frágil, onde inúmeras espécies – bivalves, crustáceos, peixes, aves – coabitam numa vasta área pontuada pelas salinas.

Mas a laguna enfrenta uma série de ameaças, como explica Ana Lillebø, bióloga da Universidade de Aveiro: “alguns dos problemas mais comuns relacionam-se com a eutrofização, o excesso de carga de nutrientes neste sistema, que podem provocar o bloom de macro-algas, e depois todas as condições de anóxia e de perda de qualidade ambiental dessas massas de água. Depois há uma série de compostos emergentes, como os fármacos ou as nanopartículas, que também são poluentes que põem em causa a qualidade das massas de água.”

As alterações climáticas também comportam riscos significativos, alterando o volume de água na laguna, a temperatura e a acidez, enfraquecendo um ecossistema que é particularmente vulnerável. Os investigadores estão a apurar de que forma as espécies animais e vegetais mais presentes aqui reagem às alterações em curso. Arnaldo Marín Atucha, da Universidade de Murcia, aponta que recorrem a modelos “que permitem fazer uma avaliação das alterações climáticas no futuro. Podemos prever a evolução destas populações, se vão aumentar ou diminuir, ou se, muito simplesmente, vão desaparecer do sistema.”

Trata-se de um projeto científico que se estende a toda a União Europeia, integrando estudos em quatro lagunas. Cada uma delas representa uma realidade diversa. Mas todas precisam de ser protegidas, com urgência. Os dados biológicos são inseridos num sofisticado modelo computacional. Os investigadores criam mapas interativos para identificar também outros fatores que interferem na sustentabilidade, como o turismo, a indústria ou os hábitos agrícolas.

A investigação passa pelo contacto com a população local. Os cientistas contam com a colaboração de caçadores e pescadores na recolha de informações que permitem destrinçar a realidade desta área, sobretudo os pontos mais vulneráveis. Geoffrey Gooch, professor na Universidade de Dundee, revela-nos o método: “damos-lhes mapas e pedimos que assinalem, com pontos e cores, as áreas da laguna que consideram estar a evoluir de forma positiva e as que se encontram ameaçadas. Para além de identificar as questões em jogo, temos a sua perceção geográfica.”

O trabalho conjunto dura há três anos. A sua relevância é relembrada por Arnaldo Marín Atucha: “cada laguna é irrepetível. Se perdermos esta herança, perdemos um pouco de nós próprios.”

Para mais informações, consulte lagoons.web.ua.pt

Para visualizar o vídeo produzido e exibido pela EuroNews no final de março de 2013, clicar na imagem.


click here to see the english version


(última atualização desta página em 02/dezembro/2015 - 14:56h)

última atualização a 24-10-2016
Este sítio web utiliza cookies sem recolher informação pessoal que permita a identificação dos utilizadores. Ao navegar neste sítio está a consentir a sua utilização.saber mais
Para que esta página funcione corretamente deve ativar a execução de Javascript. Se tal não for possível, algumas funcionalidades poderão estar limitadas.