Relações Político-culturais › 47789

código no paco
47789
área científica
Ciências Sociais
créditos
6
escolaridade
ensino teórico-prático (TP) - 3 horas/semana
idioma(s) de lecionação
Português, Inglês
objectivos
  • Esta disciplina tem como objectivo genérico desenvolver as capacidades analíticas dos alunos, equipando-os das ferramentas que permitem compreender os fenómenos políticos (em sentido lato) em contextos culturais diversos com objectivos de facilitar a sua inserção num mercado de trabalho internacional. È uma área do conhecimento que se pretende interdisciplinar.
  • Os seguintes objectivos específicos podem assim ser definidos:
    • Adquirir instrumentos para analisar e compreender as dinâmicas políticas no processo de globalização em curso;
    • Analisar os inputs que determinam diferentes contextos internacionais de gestão, nomeadamente a sua cultura organizacional e política;
    • Apoiar os estudantes na compreensão das questões da cultura, conhecimento e poder, considerando a política como exercício de poder mediada pelas práticas culturais, integradas na ordem social e na identidade coletiva das nações.
    •  Apoiar a investigação orientada para conceção das teses de mestrado.
competências
A principal competência a adquirir nesta disciplina é a capacidade para trabalhar em contextos culturais diferentes do português. Ou seja que os alunos estejam motivados para trabalharem fora de Portugal em paises com culturas diferentes.
conteúdos
  • • Introdução (Objetivos, Metodologia, Avaliação)

 

  • • Parte I. A metodologia da investigação

 

  • •Parte II – Análise Sócio - Política
    • •II.1.Conceitos e sua problematização
    • •II.2.Estado e o Poder
    • •II.3.A política na prática em Portugal
    • •Conclusões
  • •Parte III – Cultura política e identidade coletiva
    • •III.1.Conceitos
    • •III.2.A identidade coletiva
    • •III.3.A globalização político cultural
    • •III.4.O multiculturalismo na gestão em África
    • •Conclusões
avaliação
  • Alunos em Regime Avaliação Contínua: conceção de um plano de trabalho para tese de mestrado a valer 80 % da nota final. Os docentes indicarão um calendário de trabalhos com três momentos para apresentação parcial do plano. A participação oral e/ou escrita nos debates será objeto de nota com equivalência a 20 % da nota final.

 

 

  • Alunos em Regime Avaliação Final: prova escrita presencial, com consulta plena, a valer 100% da nota final e de duração limitada, no final do semestre. O aluno pode sempre fazer uma prova de recurso.

Os alunos em regime ordinário neste tipo de avaliação têm como obrigatória a presença nas aulas de exposição.

Os alunos em regime de trabalhador parcial (estudante) neste tipo de avaliação não têm obrigação de presença nas aulas de qualquer tipo.

requisitos
Não existem requisitos
metodologia
  • Apresentação e problematização dos conteúdos programáticos e de trabalhos práticos orientados para a concepção e discussão de planos de dissertação, a realizar com acompanhamento da docente.
  • A UC está organizada em aulas com parte expositiva e de debate. Em todas as aulas procurar-se-á debater e relacionar possíveis temas de dissertação com a exposição feita e bibliografia disponibilizada.
  • As aulas não deverão ser monólogos da docente: a participação nas aulas é considerada fundamental. A assiduidade é por isso duplamente importante.

Sala 12.2.103as-feiras | 14h-17h00

  • Definir horário de atendimento com os estudantes
bibliografia base
• Cravinho, J.T.G. (2002), Visões do Mundo, as relações Internacionais e o Mundo Contemporâneo, ICS, Lisboa • Finuras, P.(2007) Gestão intercultural, pessoas e carreiras na era da globalização, Sílabo, Lisboa. • HCCI (2003), Coopérer au début du XXI siècle, Pourquoi ? Comment ? Questions sans préjugés, Karthala.
bibliografia recomendada

PARTE I - METODOLOGIA DE INVESTIGAÇÃO

 

Morais, R. (2010),  Scientific method, in Mills, A., Durepos, G. and Wiebe, E. (eds.), Encyclopedia of Case Study Research. Thousand Oaks, California: Sage Publications, Vol. 2, pp. 840-842. (metodologia do site http://www.ideapuzzle.com/)

Phillips, E.e M. e Pugh, D.S. (1998),  Como preparar um mestrado ou doutoramento, um manual prático para estudantes e orientadores, Edições Lyon, Lisboa

Quivy, R e Campenhoudt, L. (2008),Manual de investigação em ciências sociais, Gradiva, Lisboa

Stake, R.E. (2007),A arte da investigação com estudos de caso, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa

Mair, Peter (2008), Concepts and concept formation, in Porta, D.and Keating M.,Approaches and Methodologies in the Social Sciences, 177-197 Cambridge, Cambridge University Press

 

PARTE II – ANÁLISE SOCIO POLITICA

 

Almond G. and Verba, S. (1980),The Civic Culture revisited, Boston: Little, Brown and Co.

Collier, D. and Adcock, R. (1999),Democracy and Dichotomies: A pragmatic approach to choices about concepts, Annual Review of Political Science, Vol. 2, pp. 537-565, 1999

Jessop, Bob (2006),The State and State-Building, pp. 111-130, inThe Oxford Handbook of Political Institutions, Oxford, Oxford University Press

N. Bobbio (1955),Teoria Geral da Política, Asa (artigo on line)

Porta, Donatella della (2003),Introdução à Ciência Política, Editorial Estampa, Lisboa

Villaverde, A.C. (1997),Cidadania política e equidade social, Celta, Oeiras, Portugal.

Villaverde, A.C.,Despotismo de Estado e sociedade civil em Portugal, texto on-line

Weber, M.A Política como Profissão, ed. ULHT, ed.2000 (texto on line).

 

 

PARTE III - CULTURA POLÍTICA E IDENTIDADE COLETIVA

 

Cardoso, G. e outros (2005),A sociedade em rede em Portugal, Campo das Letras, Porto, Portugal.

Gelber, H.G. (2007)O dragão e os diabos estrangeiros, ed. 2008, Guerra e Paz, Lisboa, Portugal.

Gomes, A.C. (2012),A lógica do afecto, cultura e gestão em África, Clássica Editora, Lisboa, Portugal

Miranda, J. (2002),A identidade Nacional: do mito ao sentido estratégico, Celta, Oeiras, Portugal

Peter van der Veer (2001),Imperial encounters, religion and modernity in Índia and Britain, Princetown University Press, EUA

Pinto, T., at al. (2010),À tona de água, necessidades em Portugal, tradição e tendências emergentes, Editora Tinta da China, Lisboa.

Quataert, D.(2000),O império otomano, Edições 70, Lisboa, Portugal.

Said, E.W. (1995),Orientalismo, ed.2003, Cotovia, Lisboa, Portugal.

Santos, B.S., (2006)A gramática do tempo, para uma nova cultura politica, Afrontamento, Porto, Portugal.

Seixo, M.A. et al. (2000),The paths of multiculturalism : travel writings anda postcolonialism, Edições Cosmos, Lisboa, Portugal

Tocqueville, A. (1840),A democracia na América, ed.2008, Relógio d’ Água Editores, Lisboa, Portugal.

 

• Slides das aulas de exposição

 

• Textos de Apoio indicados pelos docentes

 

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