destaques
Bióloga da UA descobre no Algarve o maior inseto terrestre da Europa
A bióloga Sofia ReboleiraÉ o maior inseto subterrâneo terrestre da Europa, tem o nome científico de «Squamatinia algharbica» e foi descoberto nas grutas do Algarve pela investigadora Sofia Reboleira, bióloga da Universidade de Aveiro.
Investigação do Departamento de Química distinguida no Salão Internacional de Agro-Negócios
Manuel Coimbra e Claúdia Nunes, Departamento de Química da UAO projeto WineSulFree de «Produção de vinho sem sulfuroso utilizando uma película de quitosana», desenvolvido por investigadores do Departamento de Química (DQ) da Universidade de Aveiro (UA), venceu o prémio Investigação do AGROFOOD iTECH. Esta iniciativa, enquadrada no Salão Internacional de Agro-Negócios, o maior evento nacional a nível de negócios e contactos nos setores agrícola, agroindustrial e florestal, que decorreu em Santarém nos dias 28 e 29 de março, pretendeu selecionar, divulgar e premiar projetos tecnológicos inovadores com potencial de comercialização.
Investigação do SexLab estima que 10% dos homens portugueses tenham dificuldades de ereção
Um estudo do SexLab da Universidade de Aveiro (UA) estima que aproximadamente 10 por cento da população masculina portuguesa sofre de algum tipo de dificuldade ao nível da ereção. A investigação, que abrangeu 650 homens, numa amostra que se aproxima das caraterísticas sócio-demográficas da população portuguesa, confirmou ainda que este problema tem tendência a aumentar de forma significativa com a idade.
Reconhecimento de odores de criminosos pode ajudar em investigações policiais
Em segundo plano, as investigadoras Sandra Soares e Laura AlhoE se as vítimas de crimes pudessem reconhecer os agressores pelo odor e assim ajudarem os investigadores a desvendarem o crime e os tribunais a fazerem justiça? Isso seria alcançar fronteiras nunca atravessadas até agora pela história dos processos criminais. Nesse sentido, um grupo de investigadores do laboratório de Psicologia Experimental e Aplicada da Universidade de Aveiro (UA), acaba de provar, através de um estudo mundialmente inédito, que em situações de crime, o grau de reconhecimento olfativo da vítima em relação aos odores quer do agressor, quer do ambiente onde a agressão foi perpetrada, é substancialmente maior do que o reconhecimento de odores captados em situações emocionalmente neutras.