Luisa Alejandra Helguero Shepherd
  Telefone: 234 370 696
  Extensão:
23508
  e-mail:
luisa.helguero@ua.pt
  Categoria:
Investigadora Auxiliar
  Departamento:
Química
  Gabinete:
15.1.22
  Grupo de investigação:
Espectrometria de Massa
  Pesquisa no ISI web of knowledge:
Helguero LA/L
  Saber mais em:

 



Formação académica

2003-2007: Post doc. Departament of Medical Nutrition, Karolinska Institutet, Sweden


1998-2002: PhD. Facultad de Ciéncias Exactas y Naturales, Universidad de Buenos Aires, Argentina. Título da Tése: Expressão e funcionalidade do receptor de progesterone no crescimento hormono-dependente e independente e no desenvolvimento da resistência endócrina num modelo de carcinogénese mamaria


1992-1998: Título combinado de grado em Biologia & Mestrado em Biologia Molecular. Facultad de Ciéncias Exactas y Naturales, Universidad de Buenos Aires, Argentina.



Percurso profissional

Luisa Helguero formou-se em Biologia pela Universidade de Buenos Aires em 1998 e completou um doutorado na área de carcinogênese na mesma instituição em 2002. Imediatamente depois, começou seus estudos de pós-doutorado no Instituto Karolinska (KI), onde concentrou seus estudos em biologia dos receptores nucleares e seus efeitos sobre a adesão celular na glândula mamária e no cancro da mama. Em 2007, Luisa foi nomeada Investigadora Sénior em KI onde permaneceu trabalhando no campo do receptor de estrogenios beta. Em 2009, Luisa foi nomeada Investigadora Auxiliar pela Universidade de Aveiro e atualmente realiza sua investigação no Centro de Espectrometria de Massa na Unidade Química Orgânica e Produtos Agroalimentares do Departamento de Química.


Luisa leccionou e organizou cursos no nível de mestrado, incluindo Comunicação Biomédica 1 (KI), Patologia Clínica II laboratório (UA) e Laboratório de Bioquímica II (UA). Ela tem supervisionado um estudante de doutorado e seis alunos do mestrado até a conclusão de suas teses.


Desde sua graduação, Luisa publicou 30 artigos em revistas internacionais com um índice h de 14 e com mais de 650 citações. Ela recebeu dois prémios da Academia Nacional de Medicina Argentina e um da Sociedade Argentina de Investigação Clínica (1) por trabalho incluído na sua tese de doutoramento. Em 2005, Luisa recebeu o prémio David e Astrid Hagelén do Karolinska Institutet e em 2012, o trabalho de seu grupo foi distinguido pela Sociedade Portuguesa de Senologia.



Interesses científicos

Nós usamos abordagens proteômicas e lipidómicas baseados em espectrometria de massa para identificar alterações na transformação maligna da mama. As implicações dos nossos resultados no cancro da mama (CM) são estudadas usando ensaios funcionais. Atualmente, seguimos três linhas de investigação:


1) Resistência endócrina: o CM com receptores de estrogênio (RE) é o tipo mais comum e os pacientes são tratados com antagonistas do RE. No entanto, a resistência à terapia continua a ser um problema. A Atividade transcricional do RE pode ser aumentada ou inibida por modificações postranslacionais (PTMs) que afectam a sua ligação aos antagonistas. Nosso objetivo é identificar caminhos celulares que podem inducir a adição de PTMs no RE e, consequentemente, promover a resistência endócrina.


2) Regulação da diferenciação epigenética: identificamos classes de histonas e PTMs que estão associados as células progenitoras mamarias (SC-L) e são conservadas em células de CM mais agressivos, mas não nas células diferenciadas. Duas alterações potenciais que são fortemente associados à SC-L foram escolhidos. Iremos realizar ChIP-Seq, para estabelecer redes celulares que mantêm o estado celular indiferenciado.


3) Fosfolipidos (PL) biomarcadores da progressão do CM: usamos linhas celulares para caracterizar alterações em classes de PLs e as espécies moleculares associadas ao CM e metástase. Estamos expandindo nosso estudo com as amostras de CM humanos com o objetivo de validar os resultados das linhas de celulares. O nosso objectivo é o de desenvolver um método de rastreio não-invasiva, que pode ser utilizado para o seguimento dos pacientes (por exemplo, MRM).



Grupo de investigação


Estudante de Doutoramento:


Cándida Zita Cotrim. Receptor de estrogenio beta no cancro da mama.



Alunos de Mestrado:


Fátima Liliana Monteiro. Regulação epigenetica da diferenciação celular.


Joana Simões. Regulação do interatome do receptor de estrogenios no cancro da mama.


Ana Cláudia da Costa. Efeito dos acidos gardos da dieta no lipidoma do cancro da mama.


Inês Alves. Contribuição do stress do retículo endoplasmático aomicroambente imunosupressor.



Bolseiro de Investigação:

Hugo Miguel Laranjeira. Análise proteómica de tumores resistentes ao tamoxifeno.



Projetos em curso

PTDC/SAU-ONC/112671/2009 “Effect of the microenvironment on post-translational modifications of estrogen receptors”.


PTDC/SAU-ONC/118346/2010 “Epigenetic regulation in mammary stem/progenitor cells and its contribution to malignant transformation” .


PRIME-XS-0000222 “Modulation of estrogen receptor beta (ERß) growth inhibitory effects by receptor tyrosine kinases” (supported by FP7 through the PRIME-XS open access user).



Artigos do SCI

> IF 4


  1. Expression of estrogen receptor beta increases integrin alpha1 and integrin beta1 levels and enhances adhesion of breast cancer cells. Lindberg K, Ström A, Lock JG, Gustafsson JA, Haldosén LA, Helguero LA. J Cell Physiol. 2010 Jan;222(1):156-67.

  2. Estrogen receptor ß represses Akt signaling in breast cancer cells via downregulation of HER2/HER3 and upregulation of PTEN: implications for tamoxifen sensitivity. Lindberg K, Helguero LA, Omoto Y, Gustafsson JÅ, Haldosén LA. Breast Cancer Res. 2011 Apr 14;13(2):R43.

  3. Estrogen receptor alpha mediates progestin-induced mammary tumor growth by interacting with progesterone receptors at the cyclin D1/MYC promoters. Giulianelli S, Vaqué JP, Soldati R, Wargon V, Vanzulli SI, Martins R, Zeitlin E, Molinolo AA, Helguero LA, Lamb CA, Gutkind JS, Lanari C. Cancer Res. 2012 May 1;72(9):2416-27.

  4. Lipidomic approach to identify patterns in phospholipid profiles and define class differences in mammary epithelial and breast cancer cells. Dória ML, Cotrim Z, Macedo B, Simões C, Domingues P, Helguero L, Domingues MR. Breast Cancer Res Treat. 2012 Jun;133(2):635-48.

  5. MicroRNA-regulated gene networks during mammary cell differentiation are associated with breast cancer. Aydogdu E, Katchy A, Tsouko E, Lin CY, Haldosén LA, Helguero L, Williams C. Carcinogenesis. 2012 Aug;33(8):1502-11.

  6. Estrogen receptor beta growth-inhibitory effects are repressed through activation of MAPK and PI3K signalling in mammary epithelial and breast cancer cells. Cotrim CZ, Fabris V, Doria ML, Lindbrg K, Gustafsson JÅ, Amado F, Lanari C, Helguero LA. Oncogene. 2013 May 9;32(19):2390-402.

  7. Lipidomic analysis of phospholipids from human mammary epithelial and breast cancer cell lines. Dória ML, Cotrim CZ, Simões C, Macedo B, Domingues P, Domingues MR, Helguero LA. J Cell Physiol. 2013 Feb;228(2):457-68.

  8. LXR activation by GW3965 alters fat tissue distribution and adipose tissue inflammation in ob/ob female mice. Archer A, Stolarczyk E, Doria ML, Helguero L, Domingues R, Howard JK, Mode A, Korach-André M, Gustafsson JÅ. J Lipid Res. 2013 May;54(5):1300-11.


<IF 4

  1. Estrogenic  effect of the MEK1 inhibitor PD98059 on endogenous estrogen receptor alpha and beta. Cotrim CZ, Amado FL, Helguero LA. J Steroid Biochem Mol Biol. 2011 Mar;124(1-2):25-30.

  2. The role of estrogen receptor alpha in breast cancer cell proliferation mediated by progestins. Giulianelli S, Vaqué JP, Wargon V, Soldati R, Vanzulli SI, Martins R, Zeitlin E, Helguero L, Lamb C, Molinolo AA, Gutkind JS, Lanari C. Medicina (B Aires). 2012;72(4):315-20.

  3. Photodynamic oxidation of Escherichia coli membrane phospholipids: new insights based on lipidomics. Alves, E, Santos, N, Melo, T, Maciel, E, Doria, ML, Faustino, MAF, Tome, JPC, Neves, MGPMS, Cavaleiro, JAS, Cunha, A, Helguero, LA, Domingues, P, Almeida, A, Domingues, MRM. Rapid Commun. Mass Spectrom. 2013 Dec; 27:2717-2728.

  4. Prospective phospholipid markers for skin sensitization prediction in keratinocytes: a phospholipidomic approach. Santinha DR, Dória ML, Neves BM, Maciel EA, Martins J, Helguero L, Domingues P, Cruz MT, Domingues MR. Arch Biochem Biophys. 2013 May;533(1-2):33-41.

última atualização a 24-03-2015
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