José Moças

José António Pé-Curto Moças é um especialista no estudo, recuperação e edição de fontes históricas de música. A 17 de dezembro de 2012, aquando da comemoração dos 39 anos da Universidade de Aveiro, doou a esta instituição uma valiosa coleção de cerca de 6000 discos de 78 r.p.m., do início do século XX (até 1950).

O interesse de José Moças pelo colecionismo e em particular pela música do início do século, teve um enfoque de maior envergadura em 1992, quando estava o mesmo a trabalhar na Rádio Macau, e veio passar férias à Europa. Na His Master’s Voice, de Oxford Street, em Londres, viu um disco sobre fado em português. Adquiriu um exemplar e posteriormente passou-o na rádio. Houve muita solicitação devido à sua qualidade, o que levou a contactar novamente o fornecedor e a partir daí não mais parou a sua incessante procura de novos discos.

Ainda em Macau, em 1992, fundou a editora Tradisom e desde então editou, produziu diversas gravações históricas portuguesas realizadas entre os anos de 1900 a 1950.
Foi o impulsionador, através da coleção de discos em Inglaterra, para a candidatura do Fado a Património Imaterial da Humanidade.

No início do ano de 2013 produziu os dois discos que integram o Cancioneiro do Cante Alentejano, edição que serviu para a Candidatura do Cante a Património da Humanidade.

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última atualização a 27-02-2018
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