Designação do projeto

Dentalblast - Desenvolvimento de revestimentos antibacterianos à base de biovidros para implantes dentários.

Código do Projeto

17956

Objectivo principal

Desenvolvimento de novos revestimentos para implantes dentários com atividade antibacteriana que, simultaneamente, garantam uma mais rápida osseointegração.

Região de Intervenção

Centro e Lisboa

Entidade Beneficiária

Promotor-lider: Ceramed-cerâmicos para aplicações médicas S.A.

Co-promotores: Universidade de Aveiro, Faculdade de ciências e tecnologia da Universidade Nova de Lisboa e Hospital Veterinário de São Bento

Data de aprovação

31/07/2016

Data de início

01/10/2016

Data de conclusão

30/09/2019

Custo total elegível

697.392,14

Apoio financeiro da UE

370.313,64

Apoio financeiro público nacional/regional

 

Objetivos

1. Produção de biovidros;

2. Avaliação da atividade antibacteriana dos biovidros;

3. Produção de revestimentos de biovidro e de misturas hidroxiapatite/biovidro

4. Avaliação da atividade antibacteriana dos revestimentos;

5. Avaliação da bioatividade dos revestimentos;

6. Avaliação do comportamento in vitro e in vivo dos revestimentos.

 

Atividades

Act.1 – Vigilância tecnológica;

Act. 2 – Desenvolvimento de materiais

Act. 3 – Produção e ativação de revestimentos por CoBlast;

Act. 4 – Caracterização dos materiais e revestimentos;

Act. 5 – Execução de protótipos e estudo de caso clinico;

Act. 6 – Promoção e divulgação de resultados;

Act. 7 – Gestão do projeto.

Resultados esperados / atingidos






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IR Responsável: Prof. Doutor Manuel Graça

mpfg@ua.pt

Este projeto pretendeu desenvolver e validar novos revestimentos com atividade antibacteriana, para posterior aplicação em implantes dentários. Com este projeto, o consórcio pretende contribuir para a resolução do problema peri-implantite, através de uma solução inovadora usando revestimentos à base de um compósito formado por biovidro e hidroxiapatite com atividade antibacteriana produzidos por Coblast. Pretendeu-se também aumentar a osseointegração através da ativação da superfície dos revestimentos por polarização elétrica.

Os resultados dos casos clínicos mostraram a viabilidade desta abordagem para implantes dentários.



 

última atualização a 18-02-2020
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