Um dos traços marcantes da identidade da UA é a sua estrutura orgânica leve e flexível que lhe confere grande agilidade na tomada de decisão. Considera-se que uma das condições importantes para a eficácia da política para a garantia da qualidade passa por manter esta mesma lógica de simplificação quer no que concerne à estrutura necessária ao bom funcionamento do SIGQ_UA quer quanto à dimensão e tramitação processual que lhe é inerente.

Neste sentido a estrutura que suporta o funcionamento do SIGQ_UA contempla três componentes fundamentais:

  1. Central, onde os Vice-Reitores e Pró-Reitores responsáveis por cada uma das áreas   nucleares da missão da UA, em coordenação com o Vice-Reitor para a Qualidade e o Planeamento Estratégico estabelecem a estratégia institucional e padrões de qualidade através da identificação dos objetivos operacionais, ações, indicadores e metas, em secção do Plano de Atividades que lhes está destinada. O CC e CP são Órgãos que intervêm a este nível nos processos para os quais têm competência estatutária como se refere nos pontos específicos do MQ;

  2. Local, em que as ações a desenvolver contêm as que resultam da desagregação da estratégia institucional, e são implementadas ao nível das estruturas funcionais da Universidade. A fórmula organizativa que cada uma destas estruturas adota pode variar, em razão até do seu regulamento interno, mas todas elas têm um “Pivot para a Qualidade” que é o elemento de contacto na operacionalização e gestão do SIGQ_UA;

  3. De apoio, à gestão e à operacionalização do SIGQ_UA, em particular nas ações que envolvem a interação entre as componentes Central e Local. O GPE e o Conselho de Diretores são duas estruturas que intervêm neste processo promovendo o bom funcionamento do sistema e tendo atenção especial, também, à monitorização e correção do seu funcionamento.

Para além desta estrutura tem também participação nos processos de garantia da qualidade os Órgãos da Fundação e de governo da UA que integram membros externos, nomeadamente na homologação e aprovação dos seus documentos estratégicos, nos termos referenciados no anexo I do MQ.

A presença do “Fórum para a Qualidade” corresponde à identificação de uma necessidade de apoio estrutural adicional que dê um suporte formal, com valor acrescentado, na ligação entre a componente Central e Local, à gestão do SIGQ_UA. O processo de autoavaliação a levar a cabo durante 2017 terá em conta esta preocupação e permitirá desenhar, com a participação mais alargada da comunidade académica, a melhor solução para esta questão.



última atualização a 07-02-2017
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